Uma só fila para cada pedido do edifício
Neste momento chega-lhe por WhatsApp, por email e porque alguém o pára no corredor. Agora cai tudo num só sítio — e quem reportou vê o andamento sem lhe telefonar a perguntar.

O que muda no primeiro mês
Cinco coisas que uma equipa de facilities deixa de andar a guardar na cabeça.
Ninguém tem de perguntar em que ficou
Cada trabalho leva quem o reportou, o que foi encontrado, as fotografias e onde está. Quem reportou a avaria vê isso sozinho, por isso a reunião deixa de ser a única forma de saber.
A papelada acaba antes de sair do edifício
Uma inspeção é assinada no telemóvel onde aconteceu, com a hora, a localização e as fotografias já anexadas. Nada fica à espera de ser passado a limpo no escritório, que é onde o detalhe costuma perder-se.
+2câmaraRepare numa terça de manhã, não numa sexta à noite
Dê um intervalo ao trabalho e ele volta sozinho: a muda de filtro, a verificação da correia, a inspeção obrigatória. O que ia falhar no pior momento aparece dentro do horário de trabalho.
A peça está em armazém quando o técnico chega
O stock desce à medida que os trabalhos o consomem, não quando alguém se lembra de contar. Ao cruzar o mínimo a peça é sinalizada e sai uma encomenda ao fornecedor: acabou a segunda viagem por uma peça que julgava ter.
Responda a “porque é que isto se repete” com o registo
Com que frequência cada ativo avaria, quanto tempo fica parado e quanto demora cada reparação — no período que escolher. Chega para decidir entre reparar outra vez ou substituir, sem discussão.
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Ver todos os preçosPerguntas sobre manutenção de edifícios
Como entra o trabalho, o que acontece em vários edifícios e onde a QAI pára.
Ainda a decidir? Fale connosco
É o sistema com que uma equipa de facilities recebe pedidos, agenda manutenção preventiva das instalações e guarda o registo do que foi feito a cada ativo. O que decide se funciona é a entrada: quase todo o trabalho começa porque alguém de fora da equipa nota um problema, por isso a facilidade com que consegue reportá-lo determina se o sistema reflete o edifício ou apenas parte dele.
Sim, e não lhe custa nada. O formulário vive num link público: um inquilino, alguém da limpeza ou um segurança reporta uma avaria pelo telemóvel, sem conta e sem ocupar uma licença. Recebe um link de acompanhamento e vê o andamento sem lhe telefonar.
Sim. O trabalho e os ativos têm um local e um cliente, por isso vê um edifício isolado ou toda a carteira, com a mesma nomenclatura e as mesmas listas em todo o lado. O segundo edifício reaproveita o que construiu para o primeiro.
Um CMMS. Mantém os equipamentos e o edifício — ordens de trabalho, planos preventivos, inspeções, ativos, peças e custos. Não faz contabilidade de arrendamentos, planeamento de espaços nem ocupação; quem tem um programa imobiliário formal manterá esse sistema e usará a QAI onde o trabalho acontece.
Em parte, e vale a pena ser preciso. Os subcontratados são um tipo de fornecedor na QAI, com ficha própria, encomendas e histórico de gasto. Mas um trabalho é atribuído a uma pessoa com acesso, não a uma empresa: o subcontratado trabalha sob um dos seus utilizadores, ou regista você o trabalho dele no ativo.
Por utilizador por mês, pelas pessoas que criam e fecham trabalho — não por edifícios, área ou número de ativos. Quem apenas reporta não custa nada, e é isso que torna prático abrir a entrada a todo o edifício. Há um plano gratuito para começar.
O trabalho continua. As listas e os detalhes ficam no dispositivo, por isso um trabalho decorre igual numa casa das máquinas na cave e no escritório. Respostas, fotografias e assinaturas entram em fila e carregam-se sozinhas quando a ligação volta, repetindo se cair.
Cada inspeção concluída guarda quem a fez, quando começou e terminou, quanto demorou, as coordenadas GPS, as fotografias e a assinatura final. As listas que o exijam podem pedir uma assinatura de aprovação, guardada com o nome e a hora. Qualquer inspeção é exportada em PDF.
Não diretamente. Hoje não existe um conector de um clique para um ERP ou uma plataforma CAFM. O que existe é importação: as leituras de contador entram por Excel ou CSV, com correspondência e revisão de anomalias antes de escrever seja o que for. Se uma integração em direto for requisito, levante isso cedo.
Semanas, não trimestres, se começar por um edifício em vez de todos. Importe a lista de ativos, ponha planos preventivos nos sistemas que mais perturbam quando falham e abra os pedidos aos ocupantes. O segundo edifício reaproveita as mesmas listas e os mesmos intervalos.
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A manutenção que estava prevista, a avaria que alguém mencionou na semana passada, o certificado que expira no próximo mês — num só sítio, em cada propriedade que gere. Comece no plano gratuito e veja-o a funcionar antes de pagar seja o que for.
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